Espiei minha irmã e sua amiga…

Saturday, 5. October 2013

É incrível até onde nossa curiosidade nos leva, há até um ditado popular muito famoso que diz que a própria matou o gato, que o imaginário afirma ter sete vidas; outro mais elaborado remete o especulador em escala mitológica explicando como o exacerbado interesse de Pandora a teria castigado. Comigo ela não fez o mesmo, mas me impôs castigo maior, pena que começou naquela noite de quinta feira.

Eu estava deitado no sofá assistindo Tv quando percebi que Ingrid, a melhor amiga de minha irmã, dormiria em casa naquela noite. Ela e Camila caminhavam pelos corredores da casa só de baby doll, sorrindo e conversando sobre alguma coisa que não consegui identificar. Ambas seguravam canecas de café enquanto seguiam até o quarto de minha mana.

Aquele era um bom sinal, bom porque gostava que Ingrid dormisse em casa, adorava ver aquela deliciosa loira com suas maravilhosas roupas de dormir. Ela sempre vestia tecidos leves, que valorizavam e davam leveza aos seus desproporcionais seios. E cá entre nós, eu amava aquelas peitões de Ingrid, eles eram tão grandes e suculentas que os homenageava quase que todas as semanas em desgraçadas punhetas. Sentia muita vontade de chupa-los, mas não tentava nenhuma investida por causa de Camila, que sempre me queimava com suas amigas, me chamando de safado e interesseiro. E com Ingrid a coisa era bem pior, pois por algum motivo que desconhecia minha irmã se mostrava extremamente protetora em relação a ela.

Imaginava que fosse por serem melhores amigas e por se acompanharem em quase tudo. Para vocês terem uma ideia, ambas frequentavam bastante à casa uma da outra. Eram tão próximas que com certeza espantavam os não acostumados com tal afeição. Elas andavam de mãos dadas pela rua; faziam carinho nos cabelos e a até dormiam e tomavam banho juntas. Características bem comuns em amizades femininas, e que eu adorava, pois Ingrid estava com frequência dormindo em minha morada e isso me dava à oportunidade de vê-la com roupas bem à vontade.

Toda essa formosura da amiga de minha irmã me atiçava à imaginação e enchia-me de desejos. Morria de vontade de comê-la, mas como isso parecia tarefa difícil, almejava pelo menos espia-la sem roupa, ver ao vivo aquelas poderosas tetas de fora só para mim, e eu tinha um plano bem elaborado para isso. Pensava que se me escondesse no closet velho e desativado que ficava no quarto de Camila poderia consumar meu desejo, pois a porta do compartimento era cheia de pequenas brechas, estilo confessionário, e dava para ver claramente todo o aposento. Essa era uma antiga ideia bem louca que havia me ocorrido há muito tempo, mas que até então não havia tido coragem de executa-la, pois se fosse pego provavelmente minha irmã armaria um grande escândalo.

Não sei o porquê, mas aquela noite eu estava ousado e corajoso, e o plano de me esconder já não parecia tão absurdo. Esperei que Camila e Ingrid fossem tomar banho e adentrei sorrateiramente no quarto e depois no closet, afastei algumas caixas velhas para o fundo e me ajeitei logo na entrada para não perder nada.

Os momentos a seguir foram de sepulcral silêncio. Nada se ouvia a não ser o barulho do ventilador. Eu tremia da cabeça aos pés, não conseguia me controlar, sentia um imenso frio em todo o corpo, o maxilar começava a tremer; era o medo e nervosismo misturado em minhas emoções. Não demorou muito e elas entraram novamente no quarto. Estavam sérias e aparentemente discutiam alguma coisa.

Minha irmã entrou na frente, e como sua amiga, usava apenas uma toalha enrolada em seu corpo. Parecia meio assustada, segurava os ombros e olhava para trás. Ingrid veio logo em seguida e se deu o trabalho de trancar a porta, depois se aproximou bem de Camila e tocou em seu ombro.

-Que isso miga, não precisa ficar assim. Você não me disse que tinha curiosidade de saber como era? – sussurrou Ingrid.

-Ah, mas eu não sei, tenho medo…

-Medo de que sua boba? se não gostar não faremos de novo e amanhã tudo será como antes.

Ingrid sorriu e minha irmã retribuiu logo depois, abraçaram-se e assim ficaram por alguns longos minutos.

Eu não estava entendo o que estava acontecendo naquele momento, mas sabia que deveria ser algo incomum pelas palavras de minha irmã. Cheguei a pensar que fosse drogas, e isso me deu medo, senti até vontade de sair de onde estava e interroga-las sobre essa provável ilicitude. Mas não o fiz por não estar em condições dar lições de moral, para a minha sorte, pois o que se seguiu foi um carinhoso beijo de língua entre as duas amigas.

Aquilo me surpreendeu pra valer, nunca poderia imaginar uma cena daquelas nem em meus sonhos mais depravados. Aos poucos Ingrid adotou uma postura mais voraz e começou a chupar forte, os lábios e depois o pescoço de Camila, que passou a deslizar as mãos nas costas da amiga. Não resistindo, Ingrid removeu a toalha de minha irmã; seus afáveis seios apearam para fora ela os amparou com o tato, massageando-os e os chupando logo em seguida. Eles eram joviais e convidativos ao sexo, apetitosamente tesudos e macios que seduziam aqueles que os viam desnudos a mamar.

Aquela era a primeira vez que estava vendo o jovem corpo de Camila nu. Tinha consciência que ela era gostosinha, mas acho que por ser minha irmã acabava me cegando para tão grandioso fato. Mas ao vê-la tendo seus divinos seios firmes sendo sugados por sua amiga ali, bem em minha frente, um estranho sentimento que não sei explicar começou a tomar conta de mim.

Camila gemia bem baixinho, apertava as tetas e as passava pelos lábios da amiga, oferecendo sempre a mamária solitária, enquanto Ingrid esforçava-se para se revezar entre os peitinhos. Dava para notar que eram sugadas bem fortes, pois os seios de minha irmã saltavam de uma maneira bem excitante após serem despejados da boca de Ingrid. Ambas pareciam fora de si, era como se estivessem guardado aquela vontade por muito tempo. Então, sem perder tempo, a amiga resolveu descer beijando o abdômen de Camila e parando em frente a sua boceta raspada.

-Está gostando? – perguntou Ingrid, e minha irmã respondeu que sim com a cabeça.

Aquilo pareceu ter sido um sinal verde para ela cair de boca naquela bocetinha. Senti que Camila se segurava para não gritar, ela gemia e rebolava na boca de Ingrid enquanto com as mãos apertava os próprios seios, parecendo um animal no cio, ela urrava e começava a chamar palavrões fortes, não demorou e deu um alto berro, que duvido não terem escutado do lado de fora do quarto. Prendeu suas unhas em um colchão e começou a contorcer o corpo. Tinha gozado.

Grandes gemidos começavam a ecoar pelo quarto. Não dava para aguentar, naquele lugar ninguém poderia me ver mesmo, tirei meu pau de dentro do short e comecei a punhetar. Meu estimulo nunca fôra tão bom, não era como olhar revistas ou filmes, muito menos fotos, era bem diferente, era real. O erótico corpo de minha irmã reluzia diante da luz do cômodo, dava até para notar seu pouco suor escorrer por seu corpo enquanto os abafados e longos gemidos eram desferidos. Passado uns minutos Camila abriu os olhos, respirava profundamente, seu corpo ainda tremia, deveria ser daquelas mulheres que gozavam mais de uma vez. Olhou para sua amiga e a agarrou pelos cabelos, tascando-lhe um ardente beijo.

-Agora é sua vez. – Sussurrou.

Ingrid removeu sua toalha e expos seu monumental par de seios que de tão grande pareciam viver inchados. Nesse momento minha irmã mostrou que sabia passar a mão em uma mulher de uma forma que nunca imaginei que um dia o fizesse. Deitou a amiga na cama e iniciou uma chupeta em seus peitões. Era incrível como sabia usar a boca e brincar com seus mamilos rosados. Ela começou a dizer que aqueles seios eram uma obra de arte, pois eram durinhos e firmes, que adorava olhar para eles e fazia tempo que tinha vontade de “brincar” com os mamilos.

A cada abocanhada sentia um imenso prazer, como se fosse eu que estivesse fazendo aquilo. Mas pirei mesmo foi quando Camila passou a chupar o sexo daquela loira que tremia bastante, nunca tinha visto nada igual na vida. Sentia vontade de correr e participar daquela festa; queria agarra Ingrid e minha irmã e comer as duas ao mesmo tempo.

Estava presenciando uma verdadeira insanidade de prazer entre aquelas duas, que se abraçaram e se esfregaram, roçaram os seios e as penas; fizeram uma gostosa briga de aranhas bem demorada, onde despejaram agudos sussurros e violentos gemidos. Ambas suaram bastante, suas peles reluziam a bonita seiva que saia de suas glândulas sudoríparas, que brilhavam nos dois corpos ativos. Quando fizerem clássico um 69 pensei que aquela cessão havia chegado ao fim, mas estava errado.

Minha irmã subiu em cima do rosto de Ingrid para receber mais um oral, começou a passar as mãos por seus seios; acariciando-os e os apertando. Por um breve momento pensei ter visto Camila olhar para onde eu estava, mas não tenho certeza.

Os movimentos foram aumentando e minha mana parecia pirar cada vez mais em cima daquela língua, já soltava prolongados gritos de tesão e no momento em que ela parou, deu um puxão tão forte nos bicos de seus seios que me assustei. Um ensurdecedor uivo foi dado e meu pau começou cuspi toda a porra produzido por aquela maravilhosa punheta, melando toda a porta do closet.

Estava tonto; minha musculatura relaxava e meu corpo pesava. Sentei-me no chão e comecei a me perder na escuridão daquele canto. A visão estava ficando escura e embaçada; o suor caia em minha retina fazendo-a arder. Escorei-me na parede e adormeci ao som do sexo que acontecia naquele quarto.

Quando acordei vi que as duas tinham acabado de tomar banho e estavam se vestindo para ir embora, provavelmente para a casa de Ingrid. Esperei ainda uns dez minutos depois que elas saíram para eu poder sair de meu esconderijo.

Aquele dia foi marcante para mim, pois a partir daquele momento passei a ver Camila de um jeito diferente, com olhos de desejo, e acreditem, é horrível sentir tesão pela irmã, ainda mais quando não se é correspondido. Mas acho que essa é minha pena por meu enxerimento e curiosidade, afinal de contas nada é de graça, não é mesmo?!

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