O brinquedinho da minha irmãzinha safadinha

Friday, 3. January 2014

Olá amigos! Eu vou relatar o que aconteceu comigo há cerca de cinco meses! Eu tenho 20 anos de idade e uma irmã que acabou de completar 18 aninhos, nós moramos com nossos pais e sempre tivemos uma vida confortável. Minha irmã tem 1,73 metros de altura, cabelos loiros estilo chanel, olhos bem azuis, tem pernas compridas, seios médios e uma bunda grande e bem redondinha. Resumindo, ela é uma loucura! Ela sempre bancava santinha para com nossos pais, e por isso era tratada como a “queridinha” da família… Davam tudo para ela, por ser a filha caçula e uma boa moça.

Eu, desde que descobri que o pau não servia só pra mijar, tenho tesão por minha irmãzinha. Vivia espiando ela no banho, se trocando no quarto e depois batia punheta pensando nela. Ela nem imaginava que eu fazia essas coisas e também nunca me deu muita confiança, afinal éramos irmãos. Mas mesmo sendo minha irmã, eu não estava nem aí e ainda tinha esperanças de um dia fuder aquela gostosa!

Bom, a história que eu quero compartilhar aconteceu em um sábado à tarde! A minha irmã veio me pedir ajuda para mudar os móveis do quarto dela de lugar e mexer em alguns itens de decoração. Ela queria colocar o guarda-roupa pra lá, a cama pra cá, trocar o abajur e a televisão de posição, essas coisas que garotas de 18 anos sem nada pra fazer costumam inventar…

Então eu fui dar uma força para ela! Após cerca de trinta minutos, o quarto estava uma verdadeira zona, com muita coisa espalhada! E naquela bagunça de caixas, uma me chamou muita atenção: era uma caixa vermelha! Não resisti e abri pra ver o que era… Meus amigos!!! Era um caralho de borracha, que deveria ter mais ou menos uns 23 centímetros de comprimento! Fiquei meio chocado na hora, pois se ela tinha namorado por que motivo precisaria daquilo? Mas disfarcei pra ela não perceber que eu tinha achado aquele “objeto”, já que eu havia tido uma ideia brilhante e aquele consolo ia ser muito útil! E logo que terminamos a arrumação, disfarçadamente, eu tirei aquele “pau biônico” da caixa e o escondi comigo…

Naquela semana fiquei pensando no que faria, pois só de pensar que ela se masturbava com um pau enorme de borracha eu já ficava com tesão. Tinha vontade de falar pra ela sobre o assunto, mas tinha medo da reação da minha irmã. Então aguardei o momento certo de agir…

E ainda bem que eu tive paciência, pois numa noite, percebi que ela estava bem agitada, parecia procurar alguma coisa, revirava tudo, caminhava de um lado pro outro, estava bem nervosa. Então vi minha irmãzinha encostada na parede com a caixa vermelha na mão, como se tentando lembrar onde havia colocado o que havia dentro… E eu inocentemente perguntei: “Tá procurando alguma coisa?”… E ela respondeu: “Um livro que estava dentro dessa caixa!”. E eu disse: “Livro?! É sobre o que esse livro?”. E ela respondeu brava: “Não é da tua conta!”.

Eu então saí e fui até meu quarto pra disfarçar, eu tinha que ser rápido, pois se tivesse que dizer alguma coisa tinha que ser naquele momento. Voltei pra onde ela estava. “Ah! Acho que sei qual é o livro! É um de capa dura?”. Ela ficou toda vermelha, arregalou os olhos e não me respondeu. Eu então insisti: “É esse ou não é? Se for eu o entrego para nossa mãe e ela te devolve depois!”. Falei isso olhando pra ela de cima a baixo pra ela entender do que eu estava falando.

Minha irmã então caminhou até a entrada do quarto dela, encostou a porta e disse: “Você sabe onde está?”. Eu respondi: “Sei sim!”. Ela esbravejou: “Então entrega pra mim mesmo! Não precisa mostrar pra mamãe!”. Aí eu falei em tom sarcástico: “Não! Aí não vai ter graça… A não ser que eu ganhe alguma coisa em troca!”.

Ela estava apavorada, pois já tinha certeza que eu sabia do que se tratava! Então me falou: “Mas o que quer em troca?”. Eu disse: “Me deixa ver você lendo ele bem de pertinho?”. E ela então pirou de vez. “Olha aqui, seu moleque, me devolve aquilo senão vai sobrar pra ti!”. E continuou a gritar: “Você não tem como provar que aquilo é meu!”. Então coloquei discretamente a mão no bolso e puxei meu celular pra cima o bastante, pra metade dele ficar para fora, tudo isso enquanto ela falava distraída sobre o assunto, quando ela terminou de falar eu provoquei: “Devolver aquilo?”. Fiz uma cara inocente e debochada, então ela ficou muito mais irritada: “Devolve logo o meu caralho de borracha, seu merda!”.

Eu então virei as costas e saí do quarto, ela veio atrás resmungando: “Olha, eu não sei direito o que você tá querendo, mas você tem que me respeitar! Eu sou tua irmã, querendo ou não!”. E eu respondi: “Não vai ler o “livrinho” pra eu ver né? Tá bom! Vou entregá-lo pra mamãe e pro papai! Que com certeza não vão achar nada interessante!”.

Caminhei até a sala, ela logo veio atrás dizendo: “Fala logo o que você quer que eu já estou perdendo a paciência!”. Então respondi: “Olha aqui! Você sabe bem o que eu quero! Eu já falei! Mas agora eu não quero mais ver você lendo! Eu quero ler pra ti!”. Ela mais brava do que nunca me retrucou: “O que? Tá louco? Só me faltava isso agora!”. E finalizei a conversa: “É isso ou aquele “brinquedinho” vai parar na mão da mãe e do pai!”.

Furiosa com a minha proposta ela se trancou no quarto. Mais tarde, já de noite, estávamos todos na mesa jantando e eu disse: “Mãe! Encontrei uma coisa muito estranha, depois vou te mostrar!”. Quando eu disse aquilo ela quase teve um infarto ali mesmo, e minha mãe, curiosa, disse: “É?! E o que é, meu filho?”. E eu com uma risada cínica respondi “Depois eu te mostro, mãe!”. Minha irmã então saiu da mesa e foi para o quarto. Eu terminei meu jantar e fui assistir televisão, depois de um tempo chega minha irmã: “Seu moleque de merda! Eu vou fazer o que você me pediu! Porque não quero confusão com a mamãe e nem com papai, depois que eles forem dormir vai até o meu quarto, mas leva a “coisa” junto pra me devolver! Senão, nada feito!”.

Nossa! Eu nem estava acreditando, eu havia vencido! Iria tocar naquela buceta! Eu fiquei maluco! Quase gozei só de pensar. Então me preparei bem e aguardei meus pais irem dormir. Eu estava nervoso com a situação, pois se desse errado, seria minha última chance… Chegou então a hora, fui ao quarto dela, abri a porta e ela estava na cama deitada de pijaminha. Mandou que eu fechasse a porta com a chave e que não fizesse barulho.

Então maninha disse: “Cadê meu brinquedo?”. “Tá aqui!”. Ela então pegou de volta e o guardou na caixa. “Agora pode sair, seu idiota!”. E riu muito! Fiquei olhando pra minha irmã com cara de bobo, ela riu mais ainda, então minha cara de bobo deu lugar a um sorriso de deboche: “Você realmente achou que eu viria até aqui sem cogitar a possibilidade de você pegar seu “brinquedinho” de volta e me mandar sair?”. Ela ficou com um semblante de interrogação no rosto…

Coloquei a mão no bolso, tirei meu celular e falei: “Toma!”. Ela pegou dizendo: “Tá tão desesperado que tá tentando me subornar com seu celular?! Tudo pra eu deixar você fazer aquilo comigo?!”. Ela riu novamente, então eu dei uma risada mais alta que a dela e retruquei: “Dá uma olhada nos vídeos aí! Talvez você goste de algum, porque eu tenho um predileto!”. O sorriso se desfez do rosto dela e ficou um ar de dúvida. Maninha começou a olhar um por um, até que chegou ao tal, quando ela viu arregalou os olhos… Eu havia gravado justamente a parte onde ela falava irritada: “Devolve logo meu caralho de borracha, seu merda!”. Tive a ideia assistindo um filme dias antes, mas tive que treinar bastante para conseguir gravar de um ângulo que ela não percebesse!

A reação dela foi logo apagar aquilo. “Pode apagar já salvei algumas cópias”, eu falei. Dei muita risada! “Acho que ganhei! E aí, vai me deixar ler pra ti ou você quer que nossos pais saibam que tipo de livro você gosta?!”. Ela estava roxa de raiva, pensou por alguns minutos e disse: “Então tá! Mas não pensa que vai ser sempre! É a primeira e última vez, seu cretino!”.

Então eu fui chegando perto dela… Minha irmãzinha sem muita cerimônia tirou o shortinho e depois a calcinha, deitou e abriu as pernas revelando uma xoxota rosinha e de pelos bem ralinhos. “Você nunca deve ter visto uma buceta na tua frente, não é? Então enfia bem devagar!”, disse ela e na sequência me deu aquele brinquedo na mão. E foi o que fiz, fui botando bem devagar, um pouco de cada vez! Aquele troço era muito grande! Ela estava de olho pra eu não passar do ponto. Eu fazia movimentos pra dento e pra fora naquela bucetinha linda! Eu estava ficando louco de tesão! E então fui levando minha cabeça até lá, bem devagar, pra ver o que ela diria… Mas minha irmã não disse nada, e eu continuei indo até lá, comecei a passar a língua naquela racha gostosa, e ela dava uns gritinhos de prazer, tipo “Aiiii!”, “Uiiii!”.

Senti que ela estava gostando, mas eu tinha medo de tentar meter o meu pau nela e perder a chance de vez, eu tinha que provocar mais minha irmãzinha. Comecei a fazer movimentos mais rápidos com o consolo e com a língua, deixando sua buceta bem molhadinha. E na hora que vi que ela estava entrando de vez naquela orgia oral, eu disse: “Vira! Fica de quatro que eu vou te lamber por trás!”.

Ela me olhou com a cara feia, mas fez o que pedi! E aquela bunda que já era grande ficou ainda maior naquela posição. Eu me desfiz da minha bermuda e cueca, dizendo que só iria bater punheta enquanto usava a outra pra enfiar o consolo nela e lamber sua bucetinha, que já escorria de tão melada. Então larguei o brinquedo e cai de vez de boca… Comecei a alternar as lambidas entre o cu e a buceta… Ela se retorcia cada vez mais, toda excitada!

Minha piroca estava latejando de tão dura! Então peguei o brinquedo de volta e fui enfiando e tirando, só esperando a hora certa de atacar… Comecei a meter e tirar ele por inteiro e numa daquelas tiradas me ajeitei e meti o meu pau, de uma vez só! Agarrei minha irmã pelas ancas e comecei a fuder nela com força, muita força… Ela tentou fugir, mas acabou cedendo! Comecei a fazer movimentos mais rápidos até gozar dentro daquele bucetão, esporrei tanto que deitei na cama exausto! Mas de repente ela puxa minha cabeça pelos meus cabelos de volta para sua buceta. E não precisou me falar nada, eu já sabia o que era pra fazer! Eu chupei novamente sua bucetinha até ela gozar…

Depois de nós dois termos gozado, eu sai do quarto de minha irmã, fui tomar banho e depois me atirei na cama esgotado… Impressionante o que um brinquedinho de borracha pode fazer com as mulheres!

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